publicidade

pesquise aqui sua simpatia

----------------------------------------------
Custom Search
--------------------------------------------

publicidade

----------------------------------------- ----------------------------------------------- ----------------------------------------------------------------------------------------- ---------------------------------------------------
Mostrando postagens com marcador Umbanda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Umbanda. Mostrar todas as postagens

sexta-feira

magia negra: rituais de maldição e detruição dos inimigos.

Poderosos rituais de magia negra e alta magia negra: rituais de maldição e detruição dos inimigos.

RITUAL DE MALDIÇAO - Nº1:
Fazer o ritual á meia noite
Do que precisa:
·         Ou nada mais.
·         Ou uma fotografia da pessoa a amaldiçoar se não a conseguir visualizar (por exemplo,  não a vê faz certo tempo...)
Preparação:
Vista-se inteiramente de negro.
Desenhe simbolicamente o circulo mágico  e sente-se no meio.

Ritual:
Pense fortemente na pessoa que você deseja amaldiçoar ou segure a fotografia dela em sua mão, concentrando-se na mesma. Deixe vir para fora os sentimentos que levam você a querer fazer-lhe este feitiço, e o que você quer que lhe aconteça.


“Asmodeu, Grande Asmodeu,
Tu que mandas na ira e na luxuria,
Dai-me a força de canalizar a minha fúria,
Para a pessoa que te aponto com o meu dedo indicador,
que o meu ódio para ela se transforme em dor,
Esta é a minha vontade.
Que a minha vontade seja feita!
Assim seja.”
Visualize o seu ódio a subir por si acima, sinta a sua energia dirigir-se para o seu dedo indicador. Inspire profundamente, e expire apontando o seu indicador na direcção de pessoa que você vizualizou, ou em direcção da fotografia que tem na mão, e pense em todos os tormentos e padecimentos que quer que lhe aconteça.
Agradeça , desfaça e saia do círculo mágico.


RITUAL DE DESTRUIÇÃO DE INIMIGOS - Nº2:


Ritual de alta magia negra, que visa causar  um terrivel sofrimento á pessoa destinatária do feitiço, até ás últimas consequências...
Este ritual de ódio é muito perigoso, pois é muito poderoso. Este ritual implica actos profanos, pois utiliza raminhos de alecrim benzidos.

Precisará de:
- um bocado de  toucinho gordo, com cerca de 10 cm;
- uma caixa de agulhas novas;
- 2 raminhos de alecrim, que foram benzidos no domingo de ramos.

Para fazer este ritual, escolha um sábado de manhã, entre a lua minguante e a lua nova.
Faça o ritual em jejum. Vista-se de negro.
Pegue no toucinho e pense fortemente na pessoa visada pelo feitiço e vizualize todo o mal que lhe deseja.
Espete no toucinho, ao acaso e sem contar, um grande número de agulhas no bocado te toucinho, sentindo todo o ódio que tempor aquela pessoa.
Diga ao mesmo tempo:
1)     Contra (nome da pessoa...) filho/ filha de
( fulana... nome da mãe dessa pessoa), uma vez, 
 "Vasis Atatlos Vesul Eterenus Verbo San Herbo
Dibolia Herbonos"

2) Contra (nome da pessoa...) filho/ filha de
( fulana... nome da mãe dessa pessoa), duas vezes,
"Vasis Atatlos Vesul Eterenus Verbo
San Herbo Dibolia Herbonos".

3) Contra (nome da pessoa...) filho/ filha de
( fulana... nome da mãe dessa pessoa), três vezes,
Ao mesmo tempo que está a dizer esta fórmula e que está a espetar as agulhas, imagine todo o mal que deseja á pessoa.
De seguida, ponha em cruz os raminhos de alecrim benzidos, em cima do toucinho, e amarre tudo, em cruz, com o fio negro. Faça 4 nós.
Pegue no seu feitiço na sua mão direita e enterre-o em terreno NÃO CULTIVADO. Nunca volte a esse sítio para desenterrar o seu “embrulho”. Caso contrário o feitiço pode voltar-se contra si. Por isso, antes de fazer esta bruxaria, pense bem! Não há volta atrás...
O efeito desta bruxaria de ódio começará a fazer-se sentir nos 21 dias seguintes.
Nota:
Asmodeu ou Asmodeus ou Asmodeo:
“Criatura do julgamento”, “O destruidor”, é um demónio maligno, da ira e da luxuria, dos mais antigos, que não perde muito tempo com conversas ou diálogos.
É um demónio bíblico, foi ele quem matou os 7 maridos de Sara, filha de Raquel, no próprio dia do casamento.  Do hebreu Asmoday ou Acheneday, é o demónio chefe de shedin, classe de demónios com garras de galo.

quarta-feira

APLACAR A FÚRIA DOS INIMIGOS

APLACAR A FÚRIA DOS INIMIGOS

 

Ó VENTO TU QUE PASSAS POR NÓS,ORA CANTANDO DOCEMENTE E SUAVEMENTE,ORA SUSPIRANDO E LAMENTANDO-SE EM ÚIVOS,LEVA PARA LONGE E APLACA A FÚRIA DOS MEUS INIMIGOS.
TU, VENTO QUE SOBES PELAS MONTANHAS E DECES COM OS VALES,ESPARGINDO TEU SUAVE FRIO
PELOS CAMINHOS,;TU PODES ARRASTAR PARA LONGE AS MALDADES,AS MÁS PALAVRAS DE MEUS INI-
MIGOS.e EM TUS GLÓRIA,EM TEU PODER DE LIMPEZA EU SEREI FELIZ !

EGUNGUN – Nomes, Famílias, Rituais e Orikís

EGUNGUN


Egungun Babá Obá Olá


EGUNGUN – Nomes, Famílias, Rituais e Orikís

No ritual de Egungun, reside um dos maiores mistérios da cultura e ritualística Yorubana e Dahomeana. O culto ao Egungun, é um culto aos antepassados das pessoas falecidas que eram iniciadas no ritual dos Orixás ou Voduns ou ainda, no próprio ritual de Egun. Este ritual não é uma propriedade africana única. No Japão, existe uma semelhança no culto aos antepassados também, e que é de prática nacional. É tão sério e popular, que consegue manter a nação unida em torno desta prática. A única diferença entre estes dois cultos é que no Japão não existe a materialização dos antepassados, enquanto que na Nigéria, no Togo, Benin e Brasil, estas “aparições” são comuns e visíveis a todos os presentes.


É também comum na Nigéria vê-se os Ojés (sacerdotes de Egungun), provocando estas materializações, quando jogam várias roupas (axós – trajes) de Egungun no chão e minutos após, estas começam a inflar e tomar formatos humanos como se corpos existissem dentro de cada uma delas. Tais fenômenos acontecem em plena luz do dia, na rua e diante dos olhos de todos. O ritual começa no Ojubó (camarinha secreta), com oferendas, local onde as roupas são abençoadas e recheadas dos “axés”(força e poder), do ritual. Posteriormente, é feita a oferenda de um “agutã”(carneiro), sobre o “gbodô (pilão) o qual será levado à praça pública e invertido no chão, ou seja, colocado de cabeça para baixo. Após tais atos o Ologbô (sumo sacerdote de Egun) manda distribuir as roupas de cada Egungun que irá se materializar, no chão separadas a cada três metros. Ato contínuo, começam as cantorias sob o rítimo frenético dos “abados” (abanadores de palha) batidos em bocas de porrões” (grandes vasos de barro com bocas largas), acompanhados por “gans e agogôs” (sinetas de metal). – Tudo isto segue uma ritualística e está rigidamente dentro de uma hierarquia milenar.


Os “cargos” (títulos sacerdotais) estão dentro de uma nominação que assim está determinada em escala ascendente: 1 Ojé – 2 Eiedun – 3 Ojé Lese Egun – 4 Ojé alagbá – 5 Alapini – 6 Alagbá e 7 Ologbô. – O ritual é masculino e só permite a entrada de mulheres que sejam filhas de Oyá (Iasan) Igbalé, Oyá Zagan, Oyá, Messe Egun, Oyá Tolú e Oyá Izô. Existe um cargo intermediário com o nome de “Ojé Lesse Orisá”, que determina uma intermediação entre o Egungun e o “sirê” (toque) de Orisás ligados aos antepassados. Este cargo e ritual fica mais encravado no ritual de Geledê” da raiz Jêje.

Ritual

O ritual é complexo e exige uma iniciação demorada para aqueles que dele querem fazer parte. A Invocação chamada “Zerim” ou “Sirrum” consiste de cantigas ancestrais de louvação a cada Egun Babá e tem como base sonora os potes (porrões) de boca larga, agogôs, cabaças e “oberós” (alquidares) com água. Alguns “ilús” (tambores) também são usados e se diferenciam dos demais por serem cobertos com couro de “agutan” (carneiro). As roupas pertencentes aos Babás (pais) são confeccionadas em lantejoulas, vidrilhos, canutilhos, espelhos, cetim, telas e uma mistura de tecidos variados contrastantes entre si. Estas roupas não têm aberturas e são totalmente fechadas da cabeça (que varia de tamanho e formato), até os pés.
O ritual começa no barracão com as chamadas e as roupas jogadas no chão ou dependendo da “casa”, as roupas ficam dentro do “Ojubó” e à medida que os Babá vão chegando, estas roupas vão inflando e tomando seus formatos humanos(?), andando e falando. É comum ver-se um Babá sentar-se em um trono e gradativamente começar a desinflar até esvasiar a roupa, diante de todos os assistentes. Cada Babá tem a sua peculiaridade, sua cantiga própria, sua entonação de voz, sua roupa e sua linhagem totêmica. Também materializam presentes que deixam para seus filhos e amigos.


Os Babás não devem ser tocados por mão humana e para tanto são dirigidos durante suas apresentações por Ojés que têm nas mãos os “Inxans” (vara de amoreira) que os conduzem com pequenos toques. Porém, não raro, tanto na Nigéria como no Benin ou Bahia, algumas vezes os Babás permitem que alguém lhes apertem um braço ou uma mão para que todos tenham a certeza de que não existe uma pessoa dentro daquela roupa. Os Babás gritam e falam geralmente no dialeto Yorubá Castiço ou Ewe, no que é traduzido pelo Ojé que o acompanha. Os Babás atendem a pedidos mediante a entrega de oferendas (presentes) de momento com os mesmos escritos ou falados durante a cerimônia.

BABÁS EGÚNS FAMOSOS – Nigéria – Benin – Bahia – Pernambuco

Estes são alguns dos Babás Egungun mais famosos no eixo África - Brasil.

Ojé Ladê – Opetenan – Fatunuké – MamaTeni – Atô – Arô – Ologbojô – Aguian – Baká Baká - Alapiagan – Jootolú – Obilaré – Okin – Arisojí – Ode Layielú – Oba Olá – Oyá Biyí – Lapampa – Sembé – Aparaká – Olúlu – Oyé Ati – Élewe – Alarinsó – Ajóbiéwe – Ajofoyinbó – Aiyegunlá – Alapansanpa – Elegbodó – Awuró - Ijépa – Épa – Élé Fin – Ilóró – Pepéiye – Olókótun – Nouvavou – Mazaca – Zazi Boulonin – Zantahí – Wawá – Nibho – Rataloni – Obé Erin – Ólójé – Ólóhan – Olóbá – Aládáfa – Eléfí, Babá ALAPALÁ e Babá BANBUSHÊ ADINIMÓDÓ.


Estes são os mais famosos Babás do ritual de Egungun do Brasil e na África e, que, de uma certa forma “capitaneiam” os destinos das pessoas e por quê não dizer, o destino do Brasil.

Cantigas Secretas de Egungun

Ritual Jêje – (Sirrum)

Saudação:

Do manã Avalú elo ô,
Do manã Avalú jé roissô
Nainhê jí tu sabé deinho
Do manã Avalú já roissô
Sokó Beré
Iná Sakóeré
Etú nainhê sobe deinhó
Do manan Avalú já Roinssó


Invocação:
Avalumã, shenuê e shenuê
Shenuê, shenuê e, shenuê
Avalumã shenuê ago no shokotô

Houn já fineuá e, fineuá
Fineuá fineuá
Agô no shokotô.

E azan barékessé…zan
Azan berekessé..zan
Azan bá Egun

Obé ké makundo
Kunjala, jála obé
Obé ké makundo

Egun ma houn belé
Rekanssô marruô
Houn Belé Sogbô, hounbelé
Ma houn belé rakanssô marruô

Aziri in mamú ê
Aziri in mamu á
Idabaê, Aziri in mamí á


Ritual Yorubá – (Zerin)
Invocação:
Murace bí
Babá Kosé bé
Muracebi
Babe Kosé
Yá mofú inã
Yá ko izô
Yá kosé bé
Yá kota d´ele se
O murecebi Babá Kosé

Ikú to loxê Aparaká
Ikú to loxê Aparaká,
E a larê,
Ikú oló re ô


Jêje – Yorubá
Invocação:
Mauá, Mauá, Mauá
Vodunci ilê Mauá
Vodunci ilá Mauá
Lése Korré zó


ORIKY EGUN

Reza secreta Yorubana

Egun ayiê Ixibó Orún Móju Baré!!!

Sún ré òkún, òrun súnré ô
Órun re o, òkún, òrun, òrun re o,
Òkú ló gvéré a ko ri i mó
Akikanjú p´arada a kò bgohun ré,
Erín wo, erin ló,
Ajànàkú subu kó lê g´óké
Eni rené ló s´ájulé órun
Sun´ré o, Éni rere sùn ré o.

Bi ikú ba ngbowó
A ba fun um l´ówó
Bi ikú si ngb´ébó
A ba ra agbó funfun nìkinkìn
A ba ni ki ikú o gbá ko s´íjú
Ko féni rere lê kó jé kó pé
Ko feni rere lê leigbá èmi ré
Sún´ré o, Éni rere sùn´ré o.

Ikú t´ó fó niká silé t´o um éni rere
Bi ikú ba maa gbó a ba bé ikú
A ba dóbálé niwajú Élédá
A ba fi fere kórin àilónka
A ba ke pe ikú ko sáánú
Ko fi omo sílé fun abiyamó
Sugbón ilú di´´tí kó gbóhùn
Sún`re o, éni rere sùnre o.

Ikú fó`jú kó riram
Ikú féni búburú silé, o um éni rere
Bi ikú ba ti de ko gbó´oógun mó
Éni kú s´ébó tán
O simi o si bó Iówó iyónu
O di ebóra fun ómó arayé
O di òken nin awón Màleká ode-orun
Sun `re o, éni rere sun´´re o,
Kíni a ba wi, kini a ba só ?
Kini a ba fi sé ètùtù nlá yi ?
Ká tu ikú l´ójú k´a ye isókun ojú

K´a ba adájó ti nda ti a kó le ri
Ikú ti nmu´ni l´ohún, mu´ni léegun ara,
O mú´ni wó iínu ilé, a kó re i imó
O mu´ni wó iyéwu ré kó padá bó
Sun´re o, Éni rere sun´´re o.

Ébu rere kója ló si apá kejí odó
Ojó wo l´a o pàdé iwó òrisá ilé ?
Nibó l´a o pàdé iwó òrisá ilé ?
O di arinnakó o di oju alá
O di okio aláwo ati ti awòrawó
O di iwáju Olódùmaré Baba,
Ki a to fojú ganni ara wa,
Sun`re o, Eni rere sun´re o.


Não se pode confundir Egun e Egungun. Eguns são todos os espíritos de pessoas falecidas. Egunguns são espíritos de sacerdotes e sacerdotisas falecidos, ou seja, pessoas que foram iniciadas no ritual do Orixá ou no próprio ritual de Egungun.


Enquanto no âmbito dos Eguns, existem obsessores, e até mesmo demônios, que viveram e que não viveram, os Egunguns são espíritos antepassados que cuidam em dar continuidade à cultura e às tradições étnicas e tribais, para que seus sucessores (os vivos) tenham a melhor condição de vida possível. Egungun não aceita a mentira e a depravação e tão pouco a corrupção dos costumes e da ritualística. Por esta razão, pouquíssimas são as “casas” de candomblé de Egungun no Brasil, estando restritas à Ilha de Itaparica, na Bahia, em locais conhecidos por “Amoreira” e “Barro Vermelho”. No final do século XX e agora no século XXI, algumas tentativas de espalhar o ritual já foram feitas. Algumas com sucesso, outras não. Há que se ressaltar a homenagem ao grande Alagbá Aliba (Eduardo Daniel de Paula) na condução do ritual de Egun em Amoreira. Também destaque para Didi (Deoscoredes dos Santos), o Alapini de Itaparica, no seu trabalho de sucessão do falecido Aliba. Apenas para demonstrar o poder do ritual de Egungun e seus sacerdotes, destacamos da lista de Egungun acima o Babá Bambuxé Adinimodó, que em 1660 foi sumo sacerdote do Quilombo dos Palmares, em Alagoas, e encarregado pelo destino (Odú) de preservar, no Brasil, através dos ensinamentos, a raiz das tradições das diversas tribos africanas, para cá trazidas durante o nefasto tráfico de escravos. Bambuxé foi a alma , o espírito, o corpo e a mente estratégica e espiritual de Palmares, tendo como assessor o Tata Kaundê e juntos deram muito trabalho às investidas dos soldados e comandantes brancos em embates contra as tropas de Palmares. Não teríamos esta relação e este conhecimento, não fossem os ensinamentos místicos que Bambuxê nos legou através dos diversos discípulos que consagrou.


Em nossa visita e vivência em Lagos, na Nigéria, fomos franquiados a constatar e assistir alguns rituais de Egungun, realizadas em pleno dia em praça pública, presenciando as materializações de vários Babás e com eles tivemos a oportunidade de conversar, e trocando idéias, concluímos que eles amam os seus descendentes no Brasil, hoje negros, mulatos, mestiços e brancos. E conforme nos falou Babá Olobogjô e Babá Alapalá não tínhamos ido à África para “catarmos axés” e sim buscar os nossos fundamentos e conhecermos os nossos ancestrais de mais de quatrocentos anos. Para tanto, nos deram roupas, comida e habitação, além de todo conhecimento possível. Com todo orgulho, portanto, criamos esta página em homenagem àqueles que nos possibilitaram existir geneticamente, mantendo o conhecimento da ancestralidade, que nos mantém VIVOS.

Egun ayiê Ixibó Orún Móju Baré!!!
Se Alafiá


MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE EGUNGUN E ORIXÁS VOCÊ ENCONTRARÁ NO CAPÍTULO "OS ENSINAMENTOS MÍSTICOS DE BAMBUXÊ" NO LIVRO ZUMBI DOS PALMARES, A HISTÓRIA DO BRASIL QUE NÃO FOI CONTADA, DE EDUARDO FONSECA JÚNIOR. A TRADUÇÃO DOS TEXTOS EM YORUBÁ PODERÁ SER FEITA COM AUXÍLIO DO DICIONÁRIO YORUBÁ-NAGÔ-PORTUGUÊS OU O DICIONÁRIO PORTUGUÊS-YORUBÁ-AFRO-BRASILEIRO, DO MESMO AUTOR.

quinta-feira

Reza Brava para os Enfermos sao cipriano

Reza Brava para os Enfermos


Para se saber se a moléstia é natural ou sobrenatural, deve-se dizer esta oração em
latim, para que sem entender o que é dito o enfermo não interfira no resultado:
"Praecipitur in Nomine Jesus, ut desinat nocere aegroto, statim cesse delirium, et illuo ordinate discurrat. Si cadat, ut mortuus, et sine mora surget ad praeceptu. Exortistae factu in Nomine Jesus. Si in pondere assicitur, ut a multis himinibus elevaret non aliqua parte corporis si dolor, vel tumor, et ad signo Crucis, vel imposito praecepto in nomine Jesus cessat. Si side causa velit sibi morte inserre, se praecipite dure. Quando imaginationi, se praesentat res inhonestae contra Imagines Christi, et Sanctorum, et si eorem tempore sentiant in capit, ut plumbum, ut aguam frigidam, vel ferrumignitem, et hoc fugit ad signum Crucis vel incovato Nomine Jesu. Quando Sacramenta, Reliquias, et res sacros edit ; quando nulla praecedente tribulation, desperat, se dilacerat. Quando subito patenti lumen aufertur, et subito restitutur ; quando diurno tempora nihil vidit, et nocturno bene vidit et sine fuce lugit epistolam: si subito siat surdus, te postae bene audiat, non solun materialia, sed spiritualia. Si per septem, vel novem dies mihil, vel parum comelens fortis est, et pinguis, sicut antea. Si loquitur de Mysteris ultra suas capacitatem, quando nun custat de illius sanctitite. Quando ventus vehemens discurrit per totum corpus ad mudum formicarum; quando elevatur corpus contra volutatem patientes, et non apparet a quo leventur. Clamores, scissio vestium, arrota-tines dentium, quando potiens non est stultus : vel quando honro natura debilis non potest teneri a multis. Quando haber liguem tumidam, et ni gram, quando audiuntur rugitus leonum, balatus ovium, latra tus canun, porco-rum grumitus, et similium. Si vairepraeter naturam vident, et audiunt, si homines maximo odio perseuntur ; si praecipitis se exponunt, se oculos horribiles habent, remanent, sensibus destituti. Quando corpu talibenedicti, quando ab Aeclesia fugit, et aguam benedictan non consentit: quando iratos se ostendune contra Ministros superdonentes Relíquias capiti (eti occulte). Quando Imagines Cristi, et virginis Mariae nolunt inspicere sed conspuunt, quando verba sacra nolun, profere, vel si proferant, illa corrumpunt, et balbat cienter student prefere. Cum superposita capiti manu sacra ad lactionem Evangeliorum conturbatum aegrotus, cum plusquam solitum palpitaverit, sensus occupantum, gattaes sudoris destuunt, anxietates senta; stridores usque xxx ad Caelum mittit, sed posernit, vel similia facit. Amém”.



para forçar seu amor a pensar em você
A FALANGE DAS CRIANÇAS SIGNIFICADO DOS SONHOS magos da luz: CARTA DE UM ESPÍRITO PARA UM VICIADO
frases da Invocação do Sábio Salomão ERVAS magicas
teste vidas passadas
acenda uma vela a nossa senhora aparecida

quarta-feira

Simpatia de Xangô para vencer um processo judicial

Simpatia de Xangô para vencer um processo judicial

O dia 30 de setembro é dia de Xangô, por isto, lembrando do orixá da Justiça trazemos uma simpatia especial. Destacamos que está simpatia para vencer um processo judicial pode ser feita em qualquer dia do ano, mas é mais forte se for feita em uma quarta-feira (dia de semana de Xangô).
Esta simpatia é muito boa para vencer um processo judicial, assim como todas as questões que envolvam justiça. Se você passa por algum problema de injustiça também pode fazer.
 
Xangô, o seu dia é 30 de setembro

Material necessário para a simpatia:
- Uma garrafa ou lata de cerveja escura (cerveja preta)
- Um copo
- 12 velas marrons (ou 6 velas brancas e 6 velas vermelhas)
Esta simpatia para vencer um processo judicial é recomendado fazer em uma área de rochas, pedreiras, lugares que tenham morro, montanha, cachoeiras. Se mora longe de qualquer destas opções pode tentar em outro lugar. Não esqueça que o mais importante será a sua fé e devoção.

Definido o local, acenda as 12 velas (6 brancas e 6 vermelhas ou 12 velas marrons). Sirva a cerveja em um copo e deixe junto das velas.  Concentre-se e faça o seu pedido para Xangô que é a vitória neste processo judicial.

Banho de Xangô para ser feito na beira da cachoeira

Simpatias














Banho de Xangô para energização e limpeza

Um maço grande de manjericão roxo e 5 litros de água. Macere o manjericão ( já lavado e limpo), em um balde com água, deixe descansar por 4 horas, coar e após o banho higiênico, jogar desde a cabeça aos pés, pedindo a Xangô que purifique seu corpo físico e espiritual, eliminando as energias negativas, cortando pragas e maldições,
jogar os restos das ervas em um jardim.

Banho de Xangô para energização

Um maço grande de bétis cheiroso ( eucalipto limão) e 5 litros de água. Macere as folhas em um balde com água e deixe descansar cobrindo o balde com um pano branco limpo, coar as ervas e jogar o líquido da cabeça aos pés após o banho normal. A medida que vai jogando o banho, va fazendo seus pedidos a Xango, termine fazendo uma oração. Jogue o resto das ervas em um jardim.

Banho de Xangô

Um punhado das seguintes ervas, hortelã, manjerona, eucalipto limão, folha da fortuna
e levante. Colocar 3 litros de água para ferver, assim que a água entrar em ebulição adicionar as ervas mexendo com uma colher no sentido horário. Apague o fogo e deixe descansar por 5 horas, coar para um balde adicionando mais água do chuveiro. Após o banho normal, jogar desde a cabeça aos pés fazendo seus pedidos a Xangô. Jogue as ervas restantes em um jardim.

Banho de Xangô para ser feito na beira da cachoeira

32 quiabos e 5 litros de água. Cortar os 32 quiabos em rodelas bem finas ( antes de começar a cortar retire as cabeças e pontas do quiabo), adicione a água em um balde junto com o quiabo cortado, bata bastante com as mãos até que o quiabo solte bem a baba. Passe da cabeça aos pés pedindo a Xangô que retire do seus corpo todas as energias negativas, doenças físicas, espirituais ou emocionais, emfim tudo que possa estar atrapalhando a sua vida. Entre na cachoeira e deixe que a água retire todo o quiabo e a baba. Faça uma oração agradeçendo ao Orixá pela proteção e axé recebidos.

A lenda de Xangô




























Quem tem a proteção de Xangô sabe que não há nada nem ninguém que destrua um filho desse orixá. Podem até conseguir levá-lo ao fundo do abismo, mas depois de algum tempo ele renasce com mais vigor, e volta a enfrentar o mundo de peito aberto, sem medo. Xangô, é a entidade mais forte do candomblé brasileiro. São dele a força, o poder e a capacidade de fazer e desfazer todas as coisas. Mas ele não age sem uma boa razão. O impetuoso Senhor dos raios e trovões tem a justiça como lema, pois Xangô tem um senso de justiça muito acentuado, não tolera a mentira, a desonestidade e a corrupção. Xangô nunca suportou disputas pelo poder. Tem consciência de que só ele possui as qualidades necessárias para exercê-lo com vigor e justiça. Porque não conhece o significado das palavras obediência, submissão e medo. 


A lenda de Xangô
















Xangô era rei de Oyó, o mais temido e respeitado de todos os reis. Mesmo assim, um dia seu reino foi atacado por uma grande quantidade de guerreiros que invadiram a cidade violentamente, destruindo tudo e matando soldados e moradores numa tremenda fúria assassina. Xangô reagiu e lutou bravamente durante semanas. Um dia, porém, percebeu que a guerra tornara-se um caminho sem volta. Já havia perdido muitos soldados, e a única saída seria entregar sua coroa aos inimigos. Resolveu então procurar por Orunmilá e pedir-lhe um conselho para evitar a derrota quase certa. O adivinho mandou que ele subisse uma pedreira e lá aguardasse, pois receberia do céu a iluminação do que deveria ser feito. Xangô subiu e quando estava no ponto mais alto, foi tomado de extrema fúria. Pegando seu oxê, ( machado de duas lâminas ), e começou a quebrar as pedras com grande violência. Estas ao serem quebradas, lançavam raios tão fortes que em instantes transformaram-se em enormes línguas de fogo que, espalhando-se pela cidade, mataram uma grande quantidade de guerreiros inimigos. Os que restaram, apavorados, procuraram os soldados de Xangô e renderam-se imediatamente pedindo clemência. Levados até ao rei, os presos elegeram um emissário para servir-lhes de porta voz. O homem escolhido foi logo se atirando aos pés de Xangô. Desculpou-se pedindo perdão. Humilhando-se, explicou que lutavam, não por vontade própria, e sim forçados por um monarca, vizinho de Oyó, que tinha um grande ódio de Xangô, e os martirizavam impiedosamente. Xangô, altamente perspicaz, enxergou nos olhos do guerreiro que ele falava a verdade e perdoou a todos, aceitando-os como súditos de seu reino. Assim tornou-se conhecido como o Orixá justiceiro que perdoa quando defrontado com a verdade, mas que queima com seus raios os mentirosos e delinqüentes.

sábado

Os Perigos e Conseqüências da Mediunidade Mal Orientada

Os Perigos e Conseqüências da Mediunidade Mal Orientada


A falta de doutrina e de comprometimento que existe, em muitas casas espiritualistas, coloca em risco a saúde física e psicológica dos médiuns.
Para se ter idéia, há casas que iniciam qualquer pessoa que tenha vontade em trabalhos de desenvolvimento mediúnico de incorporação.
E as pessoas que começam a frequentar os trabalhos, por não terem a menor noção do que é certo ou errado, se submetem.
Na verdade, existem casos em que a mediunidade de incorporação nunca vai se manifestar porque o médium deverá desenvolver outras formas de mediunidade.
Consequentemente, tentando fazer incorporar quem não deve, surgem atrapalhações de toda ordem.
A mediunidade deve ser desenvolvida de forma progressiva e individualizada, e o bom desenvolvimento do corpo mediúnico depende muito da firmeza e da competência do chefe encarnado do grupo e do espírito dirigente dos trabalhos.
Na Terra, a esfera material das diversas formas de religião é conduzida pelos encarnados, o que inclui a organização das casas, a orientação das pessoas e até a redação dos textos que explicam os fenômenos espirituais.
É justamente por se tratar de “coisa de humanos” que a religião muitas vezes é deturpada.
Se os espíritos de luz pudessem atuar sozinhos, várias situações inoportunas deixariam de acontecer.
Mas os trabalhos religiosos na Terra precisam da união do plano físico e do espiritual.
Sem o fluido animal dos médiuns, não é possível para os espíritos atuar em nosso nível vibratório.. Daí a grande importância dos médiuns e também da assistência nos trabalhos religiosos.
Quando um dirigente religioso, independente da linha em que trabalhe, se deixa envolver pelo ego, passa a acreditar que é dono-da-verdade e, o que é ainda pior, que é dono das pessoas sua mente se fecha para as orientações do plano espiritual que deveriam orientar sua conduta, porque sua vontade passa a ser mais importante.
Quando o chefe dos trabalhos “se perde”, os espíritos não compactuam com os erros cometidos, mas respeitam o livre-arbítrio de todos. Ficam à parte, aguardando que a situação se modifique para novamente poderem trabalhar com seus médiuns.
As pessoas não ficam desamparadas, mas os espíritos não compactuam com o ego. Há trabalhos que, irresponsavelmente, surgem em função da vontade que têm algumas pessoas de dirigirem grupos. Se uma pessoa resolve iniciar uma sessão, a responsabilidade é dela. Os seus protetores não vão puni-la por isso, mas toda a carga que surge em função dos trabalhos vai ser também responsabilidade dela.
Surgem, em função disso, muitas complicações, para quem dirige e para quem é dirigido. Portanto, não bastando atrapalhar a si mesmo, o chefe deverá arcar com as consequencias do que provoca para o corpo mediúnico de sua casa.
O mesmo vale para quem decide que vai prestar “atendimentos espirituais” ou outros tipos de “trabalho” relacionados, sem as devidas proteções que só uma casa, com os devidos calços, pode ter.
Toda aplicação do dom mediúnico deve estar sobre a proteção de uma corrente espiritual e de uma chefia realmente capacitada.
Infelizmente, em muitas casas sem boa direção espiritual, exerce-se o hábito de desenvolver a mediunidade em pessoas obsediadas, causando-lhes desequilíbrios ainda piores do que a própria obsessão.
São pessoas que, estando claramente doentes, são levadas a abrirem seus canais de mediunidade, irresponsavelmente, a fim de supostamente se curarem.
A pessoa perturbada chega nos trabalhos e é aconselhada a desenvolver… porque tem mediunidade. Deveria procurar entender o que acontece consigo, através da doutrina, e não sair procurando um lugar para “desenvolver” Situações como essa, ocorrem devido ao pouco conhecimento doutrinário dos dirigentes das casas e até dos médiuns que dão consultas, acreditando que estão falando pelos espíritos.
A mediunidade perturbada pela obsessão não merece incentivo.
No aspecto patológico, existem aqueles que, por desequilíbrios neurológicos, se comportam como vítimas de processos obsessivos.
Nestes casos, também é inoportuno o desenvolvimento das faculdades mediúnicas.
Mentores espirituais de casas honestas cuidam de tratar desses processos obsessivos até que os fenômenos cessem, e o enfermo, curado, possa retomar suas atividades normais e, quem sabe, desenvolver sua mediunidade.
Tudo está muito bem, se o médium está preparado, saudável e consciente de que desenvolver a mediunidade é o que realmente deseja e de que realmente precisa.
Por outro lado, se a pessoa está desequilibrada, doente, desenvolvendo algo que nem sabe exatamente o que é, possuir um canal aberto será algo muito perigoso.
Em ambos os casos, haverá a possibilidade da comunicação com o mundo dos espíritos, e um médium despreparado não vai saber identificar, nem filtrar,mensagens boas de mensagens oriundas de espíritos obsessores.
Por isso, desenvolver a mediunidade em quem não está preparado permite que as obsessões se manifestam pelo canal mediúnico que foi aberto, ocasionando demências em diferentes graus.
A mediunidade não é causadora da enfermidade ou da loucura. É o seu desenvolvimento indevido que permite que um espírito obsessor dela se utilize para instalar, na mente de sua vítima, a enfermidade mental.
Pensar na mediunidade como causa desses distúrbios seria o mesmo que culpar a porta de uma casa pela entrada do ladrão. A porta foi somente o meio ou a via de acesso utilizada para a realização do furto, por negligência e desatenção do dono da casa.
Precisamos também conhecer a fadiga mediúnica. O exercício da mediunidade provoca perda de fluidos vitais do corpo do médium e tende a esgotar os seus campos energéticos. Por isso os dirigentes capacitados dedicam especial atenção e cuidado para com os médiuns iniciantes.
É comum encontrar médiuns desequilibrados, atuando em grupos espiritualistas, onde incluem-se até mesmo os brandos trabalhos de mesa kardecistas.
Em alguns casos, o descontrole psíquico pode levar o indivíduo à loucura,principalmente no caso das pessoas predispostas ao desequilíbrio.
Convém que o dirigente espiritual esteja atento à conduta dos médiuns, para perceber indícios de anormalidade.
Mediunidade é uma atividade psíquica séria, e a ela só devem se dedicar pessoas que se disponham a ter conduta religiosa, ou seja, uma moral sadia e hábitos disciplinados.
A prática da mediunidade em obsediados é capaz de produzir a loucura.
A irresponsabilidade e incompetência de dirigentes nos critérios de admissão e instrução de seus trabalhadores pode culminar em demência. Basta imaginar a situação em que uma pessoa obsediada é submetida a entidades hipócritas.
É fácil imaginar que se estabelecerá um processo de fascinação que pode culminar em demência.
Lembremos que a humildade, a dedicação, a paciência e a renúncia são os caminhos do crescimento mediúnico.
O orgulho e os maus espíritos são seus obstáculos.
A mediunidade, assim como todos os dons, possui dois lados.
Se, por um lado, é fonte de abençoadas alegrias; por outro, pode ser também de profundas decepções.
Mas isso nunca deve ser motivo para que alguém desista de desenvolver a sua mediunidade, de cumprir a sua missão, pois ela é simples e gratificante na vida das pessoas que a abraçam como missão de serviço nas legiões do Grande Pai Oxalá.

Postagens populares

entre em contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Google+ Followers

Seguidores

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Total de visualizações de página

Minha lista de blogs