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quarta-feira

Rito Brasileiro

Este Rito, também conhecido pelo nome de Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos, acredita-se que tenha surgido em 1878, no Recife, Pernambuco, não tendo conseguido se desenvolver até o ano de 1914, quando então o Grande Oriente do Brasil procurou estimular a sua propagação e desenvolvimento. Durante este período passou por diversas transformações, tendo tido diversas constituições até que se constituiu o Supremo Conclave. Entre estas transformações que o Rito sofreu houve a adoção de 30 Graus, além dos três simbólicos, ao invés dos cinco originais.
Mestre Maçom

O Rito Brasileiro adicionou à filosofia do Rito Escocês tons verde e amarelo de brasilidade, apregoando muito o sentido de Patriotismo.
Este Rito é muito semelhante ao Rito Escocês Antigo e Aceito, chegando-se a dizer que deste copiou até as enxertias vindas doutros Ritos, especialmente o Adonhiramita.
Possui 33 Graus, que são os seguintes:
Aprendiz
Companheiro
Mestre
Mestre da Discrição
Mestre da Lealdade
Mestre da Franqueza
Mestre da Verdade
Mestre da Coragem
Mestre da Justiça
Mestre da Tolerância
Mestre da Prudência
Mestre da Temperança
Mestre da Probidade
Mestre da Perseverança
Mestre da Liberdade
Mestre da Igualdade
Cavaleiro da Fraternidade
Cavaleiro Rosa-Cruz
Missionário da Agricultura
Missionário da Indústria e do Comércio
Missionário do Trabalho
Missionário da Economia
Missionário da Educação
Missionário da Organização Social
Missionário da Justiça Social
Missionário da Paz
Missionário da Arte
Missionário da Ciência
Missionário da Religião
Missionário da Filosofia
Guardião do Bem Público
Guardião do Civismo
Servidor da Ordem e da Pátria

O Rito Escocês Antigo e Aceito
É o Rito mais popular entre a população maçônica brasileira. A maioria dos autores é coincidente na afirmação de que este Rito teria surgido na França pela criação do Rito de Perfeição ou Heredom. Os Jacobistas exilados na França muito contribuíram para a formação e a propagação deste Rito.
Este Rito compreende 33 Graus, distribuídos da seguinte forma:

Graus Simbólicos ou Oficinas Simbólicas ou Lojas Azuis - 1 a 3
Graus Inefáveis ou Oficinas de Perfeição - 4 ao 14
Graus Capitulares ou Oficinas Vermelhas - 15 ao 18
Graus Filosóficos ou Oficina de Kadosh - 19 ao 30
Graus Administrativos ou Consistórios - 31 e 32
Supremo Conselho - 33

O Rito Escocês é um Rito especial, inclusive no que diz respeito às suas origens.
Todos os Ritos conhecidos têm a sua história e origem bem definidas. A história e a origem do Rito Escocês dão margem a muitas indagações, a começar pelo fato de que é Escocês e nasceu na França.
O sistema escocês teve origem na França pelos partidários dos Stuarts, que se encontravam lá exilada. O Rei Carlos I, da família dos Stuarts, da Inglaterra e da Escócia, havia sido deposto pelo ditador Oliver Cromwell. Foi a primeira manifestação maçônica ocorrida na França, por volta de 1650. O Sistema Escocês não tinha uma linha obediencial, eis que não se submeteu à Grande Loja da Inglaterra, quando, em 1717, ela foi fundada. Era um sistema livre praticado por Lojas Livres e por Maçons Livres. A partir de segunda metade do século XVIII é que foram criados os 25 Graus do chamado Rito de Heredom, que mais tarde receberiam a adição de mais oito Graus com a fundação do Supremo Conselho de Charleston, a partir de 1800. Esse Supremo Conselho foi o primeiro do mundo, sendo assim, o Supremo Conselho Mater-Mundi.
As causas da criação dos Altos Graus são obscuras. Alguns autores acham que foram políticas, sendo uma maneira de controlar as Lojas Maçônicas; outros acham que foram doutrinárias com extensão da Maçonaria Simbólica, agregando novos estudos no desenvolvimento dos Maçons; outros acham, ainda, que as vaidades pessoais e a busca de títulos deram causa à criação dos Altos Graus. O Rito Escocês foi o primeiro Rito Maçônico a possuir Altos Graus. Na origem dos Altos Graus há certa uniformidade entre os autores, apesar dos que defendem a participação efetiva de Frederico II da Prússia, o que não é realidade, mas concordam que o Discurso do Cavaleiro de Ramsay, o Capítulo de Clermont e o Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente, Grande e Soberana Loja Escocesa de São João de Jerusalém, constituem os pontos fundamentais na origem dos Altos Graus.
O documento produzido pelo Cavaleiro de Ramsay induziu a uma reforma maçônica com a adoção dos Altos Graus. Este documento passou à história como o Discurso de Ramsay.
O Capítulo de Clermont foi criado em Paris e teve pouca duração. Pregava basicamente duas coisas: não se submeter à Grande Loja da Inglaterra e praticar, propagar e divulgar os Altos Graus.
O Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente, também fundado a partir do Capítulo de Clermont, era a Grande e Soberana Loja Escocesa de São João de Jerusalém e foi uma importante Potência escocesa. Foi essa Potência que criou um sistema escalonado de 25 Graus, que eram chamados Graus de Perfeição, os que iam do Grau 4 ao 25. Esta escala de 25 Graus recebeu a denominação de Rito de Perfeição ou Rito de Heredom.
Posteriormente, Morin recebeu do Conselho dos Imperadores do Oriente e Ocidente uma carta-patente que o credenciava a criar Lojas dos Altos Graus nas Américas, muito embora ele tenha constatado que aqui na América já havia Lojas de Altos Graus em pleno e perfeito funcionamento.
Essa tal carta-patente, cuja autenticidade foi questionada, mais tarde foi autenticada pelo Conde Auguste de Grasse-Tilly, primeiro Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho da França.
Ao sistema de 25 Graus do Rito de Heredom, os norte-americanos adicionaram mais oito Graus, criando assim a escalada hierárquica que temos atualmente no Rito Escocês Antigo e Aceito.
A denominação "Antigo e Aceito" surgiu na França por cópia de uma situação criada com a fundação da Grande Loja de Londres. Ocorre que, já bem anteriormente, a Ordem Maçônica recebia os "Aceitos" que eram Maçons que, apesar de aceitos na Ordem, não exerciam as profissões dos Operativos. Com a criação da Grande Loja de Londres, muitas Lojas fizeram-lhe oposição, não se submetendo à nova Obediência. Os Maçons das Lojas subordinadas à Grande Loja foram considerados "Modernos" (o que não tem nada a ver com o Rito Moderno, que surgiria mais tarde na França). Já os Maçons residentes foram considerados "Antigos".
Algo semelhante aconteceu na França, mais tarde. O Grande Oriente da França resolveu fazer uma revisão nos Altos Graus e apresentou um Rito que tinha apenas quatro Altos Graus.
Nascia aí o Rito Francês, ou Francês Moderno ou, simplesmente, Moderno.
Passaram, então, os adeptos do Rito Escocês, que vinha expan-dindo-se, a criticar o novo Rito, chamando-o de "Moderno", enquanto denominavam a si mesmos de "Antigos e Aceitos", ao mesmo tempo em que deram oficialmente nome ao Rito de Rito Escocês Antigo e Aceito.
Como dissemos, o primeiro Supremo Conselho criado no mundo foi o Norte-americano de Charleston; o segundo foi o Supremo Conselho da França e a partir daí estendeu-se para o mundo pelas mãos do Conde de Grasse-Tilly.
Pelo que a história registra o Rei Frederico II da Prússia pouco ou nada teve a ver com a criação e expansão dos Altos Graus, que foram criados por norte-americanos de origem judaica.
Os Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito
LOJAS SIMBÓLICAS
- Aprendiz Maçom
- Companheiro Maçom
- Mestre Maçom

LOJAS DE PERFEIÇÃO
- Mestre Secreto
- Mestre Perfeito
- Secretário íntimo
- Preboste e Juiz
- Intendente dos Edifícios
- Mestre Eleito dos Nove
- Mestre Eleito dos Quinze
- Mestre Eleito dos Doze
- Grão-Mestre Arquiteto
- Real Arco
- Perfeito e Sublime Maçom
CAPÍTULOS
- Cavaleiro do Oriente ou da Espada
- Príncipe de Jerusalém
- Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
- Cavaleiro Rosa-Cruz
CONSELHOS KADOSH
- Grande Pontífice
- Mestre Ad Vitam
- Noaquita ou Cavaleiro Prussiano
- Cavaleiro do Real Machado
- Chefe do Tabernáculo
- Príncipe do Tabernáculo
- Cavaleiro da Serpente de Bronze
- Escocês Trinitário
- Grande Comendador do Templo
- Cavaleiro do Sol
- Grande Escocês de Santo André da Escócia
- Cavaleiro Kadosh
CONSISTÓRIOS
- Grande Inspetor
- Sublime Príncipe do Real Segredo
SUPREMO CONSELHO
- Soberano Grande Inspetor Geral
Relacionamento Com o Rito Moderno
Os Graus 9, 14, 15 e 18 do Rito Escocês são idênticos aos Graus 5, 6, 7 e 8 do Rito Moderno.

Rito de Schroceder
Também chamado de Rito Alemão, é mais adotado com o nome do seu organizador, Friedrich Ludwig Schroeder, o grande reformador do teatro alemão e Grão-Mestre da Grande Loja de Hamburgo e Baixa Saxônia.
Este Rito pretendeu modernizar o Sistema Maçônico, sem, todavia, fugir às tradições e características que a regularidade exigiria. O juramento foi substituído pela confiança da "Palavra de Honra".
Na versão para a língua portuguesa, os primeiros Rituais foram utilizados pela Loja "Mozart", da Grande Loja de Santa Catarina, que hoje não mais pratica o Rito. Em alemão, foi utilizado pela Loja "Amizade ao Cruzeiro do Sul" de Santa Catarina, e que também já utiliza o Rito Escocês Antigo e Aceito.
Um grande divulgador do Rito é o Irmão Kurt Max Hausen, da Grande Loja do Rio Grande do Sul, na qual o mesmo é utilizado por algumas das suas afiliadas, traduzido que foi pelo Irmão Hausen da Loja "Absalão As Três Urtigas" da Alemanha.
O Rito Alemão não possui Graus Superiores, restringindo-se apenas aos três Graus Simbólicos, de Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom.

Rito Adonhiramita
Este Rito muito influenciou o Rito Escocês Antigo e Aceito no Brasil. Dele foram enxertadas as Cerimônias do Acendimento de Velas e o uso do Bastão, além do costume do Nome Simbólico.
Originalmente o Rito possuía 13 Graus, mas, no Brasil, foram-lhe introduzidos 20 Graus do Rito Escocês, descaracterizando-o totalmente.
Segundo inúmeros historiadores maçônicos este Rito teria sido criado pelo Barão Tschoudy, mas os Irmãos Assis Carvalho e José Castellani, em pesquisas recentes, afirmam ter o Rito sido criado por Luiz Guilherme de São Victor, em 1781, quando o Barão Tschoudy já havia falecido.
É um Rito em extinção, apesar de ter sido o primeiro Rito Maçônico praticado no Brasil.
Os Graus do Rito Adonhiramita
LOJAS SIMBÓLICAS
-Aprendiz
- Companheiro
- Mestre Maçom
GRAUS FILOSÓFICOS
- Mestre Perfeito
- Eleito dos Nove
- Eleito de Perignan
- Eleito dos Quinze
- Aprendiz Escocês
- Companheiro Escocês
- Mestre Escocês
- Cavaleiro da Espada
- Soberano Príncipe Rosa-Cruz
- Cavaleiro Noaquita

Rito de York
Este, também conhecido como Rito Inglês, teve origem na fusão dos adeptos do Rito dos Antigos Maçons da Inglaterra, conhecidos também por Pedreiros Livres, com os Maçons Modernos.
Este Rito foi levado a Londres em 1777 com a criação do Grande Capítulo do Real Arco. Nos Estados Unidos é praticado com algumas alterações, transformando-se no Rito Americano.
No Brasil, é pouco praticado.
A Ritualística Yorquina exige dos seus praticantes que os Rituais sejam decorados pelas Luzes e Oficiais, não admitindo a leitura em Loja.
Os Graus do Rito de York
Aprendiz Introduzido
Companheiro do Grêmio
Mestre Maçom
Sagrado Real Arco
A Maçonaria Yorquina não considera, na teoria, que o Rito tenha quatro Graus, mas ressalta que o Sagrado Real Arco (Holly Royal Arch) é um complemento do Terceiro Grau.
É o Rito mais praticado em toda a Terra, sendo conhecido também como Rito de Emulação.

O Rito Moderno
Também conhecido por Francês ou Francês Moderno, é um dos Ritos mais hostilizados desde a sua implantação, em 1761.
Primeiramente sofreu a pressão e a crítica contundente dos Maçons investidos nos Altos Graus pelo fato de eles terem sido reduzidos. Posteriormente, a investida dos Maçons adeptos da Maçonaria de três Graus, que acharam um absurdo a dotação ao Rito de mais quatro Graus. Por último foi considerado um Rito ateu pelos tradicionalistas em virtude de este Rito deixar a critério de cada Irmão as concepções a respeito de problemas dogmáticos.
Na verdade, certa chama de antipatia é mantida, pelo fato de, num trecho do seu Ritual de Iniciação, o Rito Francês recomendar aos seus iniciandos com relação "aos Ritos que se utilizam de fórmulas e provas penosas e pavorosas", fazendo clara alusão às práticas Iniciáticas utilizado pelos Ritos Escocês Antigo e Aceito e Adonhiramita, e atualmente também ao
Brasileiro. Muito embora estes Ritos não sejam nominalmente citados, sente-se o constrangimento dos seus adeptos.
É o Rito Oficial do Grande Oriente do Brasil, apesar de o Rito mais praticado naquela Potência ser o Rito Escocês Antigo e Aceito.
É falsa a imputação que querem dar ao Rito de que seja um Rito ateu. Na realidade, matéria dogmática ou de fé, o Rito moderno nem afirma e nem nega, deixa estas concepções a critério de seus Iniciandos.
Graus do Rito Moderno
SIMBOLISMO
- Aprendiz
- Companheiro
- Mestre Maçom
GRAUS SUPERIORES
- Eleito Secreto
- Eleito Escocês
- Cavaleiro do Oriente
- Cavaleiro Rosa-Cruz

Os Ritos
Rito, do latim ritu, é o conjunto das fórmulas, regras, normas e prescrições a serem observadas na prática de um trabalho religioso, no desenvolvimento de um culto, ou de uma seita, que estão consolidadas ou consignadas num documento a que chamamos de Ritual.
A rigor poderíamos definir esta expressão como o conjunto de regras ou preceitos, de conformidade com os quais se praticam as cerimônias e se comunicam os sinais, toques e palavras, bem como de todas as demais instruções secretas dos graus.
Cada Rito tem o seu conjunto de regras próprias, as características que o personalizam e a sua própria história, constituindo assim um Sistema Maçônico. Praticamente, Rito é o conjunto das regras que limitam um determinado sistema.
Como regra geral, o importante é o Maçom conhecer bem a parte inerente ao Grau ou Graus que possua, do Rito que pratica. Após essa compreensão e conhecimento é que se deve partir para o estudo dos demais Ritos, fazendo análises comparativas.
A perfeita unidade maçônica será mais fácil de atingir se houver a fusão de Lojas e Potências e no momento em que os Maçons praticarem o mesmo Rito.
Ao contrário do que muitos erradamente pensam, não existe nenhum organismo internacional ou nacional para reconhecer um Rito, bem como não existe nenhum órgão, instituto, federação ou organização de qualquer espécie que forneça licença para criação ou reconhecimento ou ainda regularização de um determinado Rito.
O máximo que uma Potência pode fazer é determinar à sua Jurisdição a prática de um determinado Rito.
Devemos lembrar que os Ritos são subordinados apenas às Oficinas-chefes de Rito, que são os seus respectivos Supremos Conselhos, cabendo, por outorga destes, às Grandes Lojas ou Grandes Orientes a administração dos três Graus Simbólicos. Portanto, nenhuma Grande Loja ou Grande Oriente é dono de qualquer Rito, constituindo, inclusive, falta gravíssima a introdução de alterações, acréscimos ou supressões.
Acredito que todos os Ritos, tal como hoje se encontram, devem ter a sua origem, em face da grande semelhança que guardam entre si, num mesmo Rito a que os Maçonólogos e autores chamam de Rito Básico dos Maçons Operativos.
Elias Ashmole, antiquado e alquimista rosacruciano, foi quem "criou" o Rito Básico. A sua criação partiu da observação e do estudo das Antigas Instituições Iniciáticas e adequando-as à sistemática da Maçonaria Operativa.
Na Maçonaria nota-se o aproveitamento de três fases distintas sem a precisão de um limite entre elas. A primeira foi a dos Antigos Mistérios: Mistérios Egípcios, Mistérios Gregos, Essênios, Elêusis, Rosacrucianos e Judaísmo. A segunda fase, mais recente e intermediária, foi a chamada Maçonaria Operativa, que vai desde as Guildas e as Corporações de Construtores até a aceitação dos não Operativos, iniciando desta forma a terceira fase, a da Maçonaria Especulativa.
Deve-se ter em mente que na formação da história real da Maçonaria as diversas fases imbricam-se e os conhecimentos somam-se. Foi no início da terceira fase, que dura até hoje, que se criaram as concepções modernas dos Rituais, com a consolidação dos três Graus do Rito Básico.
Isto não quer dizer que a Maçonaria tenha a idade da humanidade, como muita gente pensa. A influência nos Rituais é que é antiga. A instituição, não!
A Maçonaria Especulativa teve a sua origem na Europa e dividiu-se em três ramos com filosofias mais ou menos definidas.
A inglesa adotou um comportamento mais tradicionalista. A francesa, que teve origem na inglesa, em face das turbulências da época, adotou um comportamento mais político, fato que inclusive veio a influenciar a Maçonaria latino-americana. E, finalmente, a alemã que, talvez influenciada pelos mesmos ventos filosóficos que determinaram a Reforma da Igreja, se dedicou aos aspectos mais metafísicos e filosóficos, com nítida influência rosacruciana, criando-se lá, inclusive, os Ritos de Schroeder e o da Estrita Observância.
Todavia, devemos observar que essas diferenças não se fazem presentes nos gestos e sinais de reconhecimento, que são universais. Elas se fazem sentir no modo de atuação, isto é, no lado esotérico da Instituição.
Este posicionamento reforça e dá sustentação as teses defendidas por Jaimes Lopez Dalmau no seu trabalho A História Mística da Maçonaria.
Os três Graus do Rito Básico foram compostos entre 1646 e 1649.
Existem, entre praticados e conhecidos, mais de 80 Ritos Maçônicos, Iniciáticos ou conexos, estando a maioria extintos.
Atualmente, a população maçônica pratica basicamente os seguintes Ritos no Brasil:
Rito Moderno
Rito de York
Rito Adonhiramita
Rito de Schroeder
Rito Escocês Antigo e Aceito
Rito Brasileiro de Maçons, Antigos, Livres e Aceitos
Isto posto, vamos tecer um resumido comentário a respeito de cada um destes Ritos.





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